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"Ili alvenis en Kubo boate."

Tradução:Eles chegaram em Cuba de barco.

September 28, 2019

6 Comentários


https://www.duolingo.com/profile/CaBRonx

Por que o exercício não tem o "n" final em "Kubo"?

Outra coisa: verdadeiramente, "chegar em" existe em Português, mas não com esse sentido. Mesmo assim, pode ser usado como uma tradução correta para o exercício devido ao grande uso. O bom é que, neste exercício, posso explicar a diferença entre "chegar a/chegar em algum lugar" que é a mesma entre "alveni al/alveni en ie".

chegar a/ir a algum lugar sempre mostra que esse algum lugar é o destino, sempre mostra deslocamento. "chegar a algo", similarmente, mostra o resultado de algo, que vale como um "destino" (ex.: Chegamos à conclusão de que [...]).
Aqui temos "alveni en Kubon", que é igual a "alveni al Kubo" (o n é o que faz delas sinônimas).

chegar em/ir em algum lugar mostra o local onde se está durante o deslocamento. Neste caso, podemos exemplificar com uma viagem com vários familiares: às vezes é comum se decidir em que carro se vai nessa viagem.
Ainda podemos dizer "Eles chegaram a Cuba em um barco.", cujo equivalente em Esperanto é "Ili alvenis al Kubo en boato." ou "Ili alvenis en Kubon en boato".


https://www.duolingo.com/profile/cfoviana

O acusativo "-n" existe também em objetos indiretos?


https://www.duolingo.com/profile/Marcionilo.

Para demonstrar movimento. Nesse caso se chama acusativo de direção. :)


https://www.duolingo.com/profile/Marcionilo.

Olha, amado, antes de comentar a tua colocação, quero te convidar a fazer uma reflexão. Eu respeito a boa vontade que muitos estudantes têm em comentar eventuais falhas do sistema, bem como a disposição em fazer diversas sugestões, como você mesmo já fez e eu tive a alegria de poder adicioná-las ao sistema, porém é importante considerar a forma pela qual você se reportou a nossa equipe neste teu comentário. Referir-se a alguma situação com o tom jocoso não é agradável. Nos tempos atuais, vivemos em uma sociedade que nos impele a ter uma comunicação agressiva, na qual a imponência na forma de se expressar muitas vezes se sobrepõe ao conteúdo da mensagem. Fazer um trabalho para construirmos uma interação pacífica e harmoniosa é imperativo para quem deseja construir um mundo de paz, e por isso, peço que reconsidere a forma de se dirigir à equipe quando desejar fazer algum comentário, porque assim conseguiremos nos entender e "nos sentir" de forma mais saudável, tá bem? Dito tudo isso, comento o conteúdo linguístico de seu questionamento. O curso busca oferecer a maior quantidade de variantes da norma padrão para as orações no Esperanto, no entanto, por vezes colocamos opções que não condizem com a gramática normativa no sentido estrito do termo, pois há um grande número de reportes sugerindo opções com pequenos desvios gramaticais, que podem ser aceitos, a fim de não desmotivar os alunos na realização do curso. No primeiro momento, o curso foi traduzido do Esperanto para o português, o que nos levou a focar na tradução, e não em adicionar sugestões ao sistema que era traduzido, pois só agora temos feito isso. Sendo assim fica aqui minhas considerações e pedido de um pouco mais de serenidade em eventuais colocações! Muita paz!


https://www.duolingo.com/profile/CaBRonx

Sim, você tem razão quanto à comunicação. Um muito mau clima pode vir dela. Eu editarei o meu comentário para ele não causar possíveis más sensações às pessoas. Eu também posso apagá-lo, caso você queira. Eu considerarei a forma dos meus comentários mais. Sendo realista, muitos deles já devem tê-lo estressado um pouco.

Eu havia visto esse exercício, mas só agora fui questioná-lo. Eu realmente me zanguei um pouco com ele, mas não porque a tradução dele não condiz com a norma padrão, mas porque até a frase em Esperanto parecia seguir o mesmo erro da sua tradução. Em outras palavras, queria saber por que não havia um "n" após "Kubo", e não verdadeiramente criticar a tradução.

Quero esclarecer o meu ponto sobre a questão da norma padrão: eu concordo em deixar como certas traduções mais flexíveis em relação a ela, justamente para todos poderem concluir as lições e desfrutar do Duolingo (isto foi você que me ensinou). Aquilo com que eu não concordo é deixar como tradução principal (a tradução que aparece no fórum do exercício e que serve como primeiro parâmetro de correção ao usuário no exercício) uma frase que foge consideravelmente dela. É claro e certo que não é qualquer frase que condiz com ela que merece ser a tradução principal. Eu proponho uma que condiga com a norma padrão e condiga com o popular. E, quando condisser com a norma padrão e for muito enfadonha ou muito estranha ao popular (muito diferente do que o popular conhece), a frase mais flexível seria a resposta (e a melhor resposta).

Nem eu mesmo concordo com tudo da norma padrão. O Esperanto me inspirou a querer uma gramática que tente buscar um possível caminho mais lógico para o idioma. Faço essa proposta da tradução principal porque as pessoas podem ter a curiosidade de pesquisar e entender a frase mais condizente com a norma padrão ao ver as diferenças entre ela e a tradução delas. Muitos não têm boa relação com a norma padrão, que acaba sendo necessária em certos contextos. Isso seria apenas um bónus às pessoas para ganharem um pouco mais de intimidade com o próprio idioma e adquirirem mais conhecimento sobre ele.
Alguns tópicos, como o que comentei, vêm de uma causa lógica. No caso, chegar a um lugar e chegar em um lugar têm uma diferença importante, e seria bom às pessoas que elas conhecessem um pouco disso. Inclusive, temos as famosas perguntas "A que ponto chegamos?" e "Aonde quer chegar?", que condizem tanto à norma padrão quanto ao popular. São traduções assim que eu proponho.


https://www.duolingo.com/profile/Celioluzverde

Em linhas gerais, entendo que devemos focar mais no Esperanto e menos no Português.

E acho que as traduções mais importantes são do Português para o Esperanto, e não na direção oposta.

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